sábado, 15 de novembro de 2014

Capitulo 23 [ 2/2]

Peguei seu pau com as duas mãos e comecei a chupar com tanta força que meu queixo até doía. Ele se endireitou no assento, levantou a cabeça e pouco depois se atirou contra o encosto novamente, quando o primeiro jorro espesso se espalhou por toda a minha boca. Gemi. Aquele gosto na minha boca inflamou meus sentidos, fez-me querer mais. Engoli tudo convulsivamente, apertando e esfregando seu pênis com as mãos para obter mais daquele sêmen grosso e cremoso na minha língua. Seu corpo todo estremeceu enquanto ele gozava por vários segundos, enchendo minha boca até escorrer pelos cantos. Joseph não soltou nenhum ruído. Seu silêncio era antinatural, assim como na briga. Eu poderia tê-lo chupado durante horas. Bem que queria, mas ele pôs as mãos sobre meus ombros e me afastou. Olhei para cima, para o seu rosto irresistivelmente lindo, e vi seus olhos brilhando na semipenumbra. Ele tocou meus lábios com o polegar, espalhando o seu sêmen por minha boca. " Vem sentar aqui com essa bucetinha apertada" , ele ordenou aos sussurros. " Ainda sobrou para você." Trêmula e assustada com seu aparente distanciamento, arranquei a calcinha. " Tira tudo. Fica só com as botas." Fiz como ele mandou. Meu corpo se apressou em obedecer ao comando. Eu faria o que ele quisesse. Estava determinada a provar que era dele e de ninguém mais. Suportaria qualquer provação que ele me impusesse para mostrar que o amava. Abri o zíper da minha saia e a arranquei, depois a blusinha, que joguei no outro assento, e por último o sutiã. Quando subi no seu colo, Joseph me agarrou pelos quadris e me encarou. " Está molhadinha?" " Estou." " Chupar meu pau te deixa com tesão." Meus mamilos endureceram ainda mais. A maneira despudorada e direta como ele falava de sexo também me deixava com tesão. " Sempre." " Porque você o beijou?" A mudança abrupta de assunto me deixou perplexa. Meu lábio inferior começou a tremer. " Não sei." Ele me soltou, levando as duas mãos para cima e agarrando o apoio de cabeça. Seus bíceps se flexionaram e incharam naquela posição. Fiquei ainda mais excitada com sua visão, e com tuda mais a seu respeito. Queria ver seu peito nu brilhando de suor, seu abdomen se contraindo enquanto ele metia em mim. Lambi os lábios e senti seu gosto." Tira a camiseta." Ele estreitou os olhos." Isso não é pra você." Fiquei paralisada e meu coração disparou. Ele estava usando sexo para me atingir. Na mesma limusine em que tínhamos feito amor pela primeira vez, na mesma posição em que o senti pela primeira vez dentro de mim..." Você está me castigando." " Você fez por merecer." Joseph podia até ter razão nesse ponto, mas, se eu tinha feito por merecer, ele também tinha. Agarrei o encosto do assento para me equilibrar e, com os dedos da outra mão, segurei seu pau. Ainda duro e pulsando. Um músculo se contraiu em seu pescoço quando comecei a masturbá-lo de leve. Posicionei sua cabeça grande e grossa nos lábios do meu sexo, esfregando-o em mim, envolvendo-o com meu desejo úmido. Fiz tudo isso sem tirar os olhos dele. Observei sua reação enquanto o provocava, procurando algum sinal do amante apaixonado que eu tanto adorava. Ele não estava lá. Quem me encarava era um desconhecido furioso, que me desafiava com seu distanciamento deliberado. Deixei que a pontinha de seu pau escorregasse para dentro de mim, abrindo caminho. Depois deixei meu quadris desabarem sobre ele, soltando um grito ao sentir que tinha penetrado profundamente em mim, alargando o meu ventre a uma extensão quase insuportável. " Caralho" , ele resmungou, trêmulo. " Puta que pariu." sua reação incontida me estimulou. Apoiando os joelhos no assento, posicionei as mãos cada uma de um lado do seu corpo e me ergui, tirando-o de mim, expondo o meu sexo trêmulo. Depois desci denovo, deslizando mais facilmente agora que seu pau estava todo melado. Quando minhas nádegas se encontraram com as coxas dele, seu corpo denunciou a verdade — ele não estava indiferente. Subi denovo, devagar, fazendo com que sentíssemos cada nuance fricção deliciosa. Quando desci mais uma vez, tentei parecer distante como ele, mas a sensação de preenchimento, da intimidade acalorada, era boa demais para ser contida. Soltei um gemido, e ele começou a se mover inquietamente, remexendo os quadris em movimentos circulares sem nem se dar conta disso. " Você é tão gostoso", sussurrei, esfregando-me em seu pau bem duro com meu sexo faminto. Subindo e descendo." Você é tudo o que eu preciso, Joseph. Tudo o que eu quero. Você foi feito pra mim." " Você deve ter esquecido isso", ele soltou. As juntas de seus dedos estavam pálidas, tamanha era a força com que apertavam o apoio de cabeça. Eu me perguntei se ele estava apenas se segurando ou se estava lutando para não sucumbir a vontade de me tocar. " Nunca eu jamais esqueceria isso. Você é parte de mim." " Então me diz por que o beijou." "Não sei." Apoiei minha testa suada contra a dele, sentindo as lágrimas brotarem nos meus olhos." Pelo amor de Deus, Joseph. Juro que eu não sei." " Então cala a boca e me faz gozar." Se ele tivesse me dado um tapa na cara, o choque seria menor. Eu me endireitei para me afastar dele. " Vai se fuder." " Não, vou fuder você." As lágrimas começaram a descer pelo meu rosto." Para de me tratar com se eu fosse uma puta." " Demetria." Sua voz grave e rouca, cheia de afeto, mas seus olhos pareciam distantes e desconsolados. Expressavam uma dor que era compartilhada por mim." Se quiser parar, sabe muito bem o que dizer." Crossfire. Com uma única palavra, eu poderia por um fim definitivo aquele sofrimento. Mas aquele não era o momento de me poupar. Só o fato de ter mencionado minha palavra de segurança já demonstrava que ele queria me testar. Levar-me ao limite Joseph tinha um plano em mente e, se eu desistisse, jamais saberia qual era. Inclinei-me para trás e apoiei as mãos nos joelhos dele. Esfreguei minha boceta encharcada por toda a extensão de seu pau duro, depois o enfiei de volta para dentro. Ajustei melhor a posição e comecei a subir e descer de novo, ofegante ao senti-lo perto. Apesar da raiva e da mágoa, o contato físico entre nós parecia algo natural. Sua respiração escapava com força dos pulmões a cada investida dos meus quadris. Seu corpo estava quente, quentíssimo, exalando calor como uma fornalha. Eu não parava de me mexer. Para cima. Para baixo. Extraindo o prazer que ele se recusava a me conceder. Minhas coxas, minha bunda, minha barriga e meu ventre se contraíam a cada subida, percorrendo toda a extensão de seu pau. Todos os meus músculos se relaxavam na descida, permitindo que ele me penetrasse por inteiro. Entreguei-me de corpo e alma aquela foda, cavalgando-o com todas as minhas forças Joseph sibilava por entre os dentes cerrados. Ele gozou para valer, jorrando dentro de mim com tanta força que cada jato de sêmen parecia uma estocada de seu pau enorme. Gritei, adorando aquela sensação comecando a perseguir um orgamos que com certeza seria arrebatador. Estava desesperada para liberar toda a minha mágoa em forma de prazer. Principalmente depois de fazê-lo gozar duas vezes. Mas ele me agarrou pela cintura, limitando meus movimentos, mantendo seu pau encravado dentro de mim. Tive que sufocar meu grito ao perceber que ele estava deliberadamente impedindo que eu gozasse. " Me diz por que, Demetria" , ele grunhiu."Porque?" " Não sei!" gritei, tentando remexer meus quadris sobre ele, empurrando seus ombros com as mãos ao sentir que me apertava ainda com mais força. Sem me soltar, Joseph ficou de pé e nossas posições se inverteram. Ele tirou o seu pau de dentro de mim, fez-me virar de costas e me ajoelhar no assoalho, de costas para ele. Mantendo uma das mãos na base da minha coluna, para que e não levantasse, ele agarrou meu sexo com a outra e começou a me masturbar, espalhando seu sêmen pela minha abertura sedenta, deixando-me toda lambuzda. Comecei a rebolar, aproveitando-me da pressão de seus dedos para gozar... Mas ele me impediu de fazer isso. Deliberadamente. Meu clitóris pulsava, e o desejo do meu ventre de ser preenchido estava me enlouquecendo. Eu precisava me libertar daquela sensação. Joseph enfiou dois dedos em mim, e minhas unhas se enterraram no couro preto do assento. Ele me masturbava a seu bel-prazer, entrando e sai do devagar, mantendo-me no limiar do orgasmo. " Joseph" eu disse aos soluços. Os tecidos sensíveis que havia dentro de mim incharam avidamente ao redor de seus dedos. Eu estava coberta de suor, mal conseguia respirar. Comecei a rezar para o carro parar, para chegarmo ao nosso destino, ansiosa por uma oportunidade de escapar daquela situação. Mas a limusine continuava em movimento, seguia sempre em frente, e eu estava em uma posição em que não conseguia nem me erguerpara ver onde estávamos. Ele se inclinou sobre as minhas costas,apoiando o pau sobre a minha bunda. " Me diz por que, Demetria" ele disse no meu ouvido. " Você sabia que eu iria atrás de você... Sabia que ia te ver..." Fechei bem os olhos e cerrei os punhos. " Eu... não...sei... Merda! Eu não sei por que, porra! Ele tirou os dedos e meteu o pau em mim. Meu sexo se expandiu ao redor daquela ereção deliciosa, puxando-o ainda mais para dentro. Ouvi sua respiração se transformar num rugido abafado, e Joseph começou a me foder. Soltei um grito de prazer.Meu corpo inteiro estremeceu de deleite enquanto ele me comia sem parar, abrindo caminho com seu pênis maravilhoso em meio aos meus tecidos hiperestimulados. A tensão foi crescendo, acumulando-se como uma tempestade... " Assim" , gemi, encolhendo-me toda, pronta para gozar. Ele se retraiu diante da primeira contração do meu sexo, deixando-me mais uma vez à beira do precipício. Soltei um grito de frustração lutando para me levantar e me afastar daquele amante que havia se transformado em um torturador. Ele sussurrou diabolicamente no meu ouvido:" Me diz por que, Demetria. Está pensando nele agora? Queria que fosse o pau dele dentro de você? Queria o pau dele fudendo sua bucetinha?". Dei outro grito." Eu te odeio! Seu sádico, egoísta, filho da..." Ele meteu em mim de novo, preenchendo-me, investindo com estocadas ritmadas contra meu ventre sedento. Eu não estava aguentando mais. Levei a mão até o clitóris, consciente de que uma única esfregada seria o bastante para me proporcionar um orgasmo violento. " Não" , Joseph agarrou meus pulsos e prendeu minhas mãos ao assento, usando suas coxas para manter minhas pernas afastadas e poder aprofundar ainda mais a penetração de novo e de novo. O ritmo de suas investidas era constante e inabalável. Eu estava me contorcendo toda, berrando, preste a perder a cabeça. Ele era capar de me fazer gozar só com o pau, proporcionando-me um orgasmo vaginal intenso. Bastava mudar um pouco o ângulo, estimular aquele pontinho exato dentro de mim, um lugarzinho que ele conseguia encontrar institivamente toda vez que transava comigo. " Te odeio" , eu disse aos soluços com o rosto banhado de lágrimas de frustração que caíam slbre o assento. Inclinando-se sobre mim, ele disse no meu ouvido com a respiração ofegante." Me diz por que, Demetria." A raiva cresceu dentro de mim e transbordou de uma só vez. " Porque você merece! Porque precisava sentir na própria pele! Descobrir o quanto machuca, seu cretino egoísta!" Ele ficou paralisado. Senti o ar se esvair de seus pulmões. Minha pulsação ressoava nos meuz ouvidos, tão intensamente que achei que estivesse delirando quando o ouvi falar num tom suave e carinhoso. " Meu anjo." Ele beijou meu ombro e soltou minhas mãos para agarrar meus seios." Minha menina linda e teimosa.Finalmente resolveu dizer a verdade." Joseph me levantou e me virou para ele. Exausta, deixei minha cabeça cair sobre seu ombro e as lágrimas pingarem no meu peito. Eu não tinha mais energia para lutar mal consegui gemer quando ele beliscou um dos meus mamilos com a ponta dos dedos e depois abriu minhas pernas. Seus quadris começaram a se mexer, e ele agarrou a pele sensível em torno do meu clitóris e começou a me massagear e quanto me comia. Eu gozei gritando seu nome, com o corpo inteiro convulsionando, entregue a tremores intensos enquanto a sensação de alívio tomava conta de mim. Aquele orgasmo durou um tempo, e Joseph parecia incansável, amplificando meu prazer com as estocadas perfeitas que eu tanto ansiava. Quando enfim me deixei cair em seus braços arfando e ensopada de suor, ele me pegou no colo com cuidado e me deitou no assento da limosine. Esgotada, escondi o rosto entre as mãos sem força para detê-lo enquanto ele abria minhas pernas e começava a me chupar. Eu estava toda melada de porra, mas ele não se importou. Lambeu e chupou meu clitóris até me fazer gozar de novo. E de novo. Minhas costas se arqueavam a cada vez que eu chegava ao clímax, soltando com força o ar dos pulmões. Perdi a conta de quantas vezes gozei. Os orgasmos foram se acumulando, indo e vindo seguidamente como ondas. Tentei afastar meu corpo do dele, mas Joseph se endireitou, arrancou a camiseta e montou sobre mim com um joelho no assento e o outro pé no chão. Joseph apoiou as mãos na janela acima da minha cabeça expondo seu corpo de uma forma que havia se recusado a fazer antes. Eu o empurrei." Já chega! Não aguento mais." " Eu sei." Seu abdomen se contraiu quando ele me penetrou, mantendo os olhos nos meus enquanto abria caminho pelos meus tecidos inchados." Só quero ficar um pouco dentro de você." Joguei o pescoço para trás quando ele entrou mais fundo, deixando escapar um gemido grave diante daquela sensação maravilhosa. Por mais exausta e hiperestimulada qe estivesse, ainda sentia vontade de possuí-lo e ser possuída por ele. Disso eu jamais abriria mão. Joseph abaixou a cabeça e me beijou na testa." Você é tudo que eu quero, Demi. Não existe mais ninguém. E nunca vai existir." " Joseph." Ele foi capaz de entender o que eu havia percebido. Aquela noite terminou em desgraça por causa do meu ciúme, da minha necessidade de fazê-lo sentir meu sofrimento na pele. Ele me beijou de levinho, de forma quase reverente, eliminando toda e qualquer lembrança de outros lábios junto aos meus. ---------------------------------------x--------------------------------------x---------------------------------------x------------------------------------x------------------------------------x-------------------------------x-------------------------------x-----------------------------------x--------------------------x------------- Oi gente, olha aí mais um capítulo..... eu fiquei bem impressionada com ele, espero que tenham gostado e comentem quem puder e até o próximo post. bjs

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Capítulo 22 [ 1/2]

Será que eu tinha estragado tudo? Será que havia perdido a coisa mais importante da minha vida por causa de um momento estranho e inexplicável de confusão mental? Ainda podia sentir a boca de Brett junto à minha. Comecei a esfregar os lábios, desejando ser capaz de apagar a última meia hora da minha vida. Minha ansiedade fez o trajeto até o apartamento de Shawna parecer uma eternidade. Saí do carro e dei um abraço nela na calçada, na frente do prédio. "Desculpe" eu disse mais uma vez, tanto por antes como por aquele momento, porque estava preocupadíssima com Joseph, onde quer que ele estivesse, e minha impaciência era visível. Eu não sabia se seria capaz de perdoar Angus e Arnaldo por terem me tirado dali daquela maneira naquele momento. Arnaldo abraçou Shawna e garantiu que ela e Doug teriam uma mesa no Tableau One sempre que quisessem. Isso fez com que eu começasse a vê-lo com outros olhos. Afinal, ele tinha a tratado muito bem durante toda a noite. Voltamos para a limusine e tomamos o caminho do restaurante. Eu me encolhi em um cantinho escuro do assento e chorei em silêncio, incapaz de conter o desespero que tomava conta de mim. Quando chegamos, tive que usar minha camiseta para enxugar o rosto. Arnaldo não me deixou descer do carro. " Pegue leve com ele." aconselhou, encarando-me com uma expressão séria. " É a primeira vez que o vejo assim tão bem. Não sei se você merece Joseph, mas com certeza é capaz de fazer o cara feliz. Isso deu para perceber. Faça isso, ou então desapareça de vez. Só não bagunce ainda mais a cabeça dele." Não consegui dizer nada por causa do nó na minha garganta, então me limitei a acenar com a cabeça torcendo para que ele fosse capaz de ver em meus olhos o que Joseph significava para mim: tudo. Arnaldo entrou no restaurante. Antes que Angus fechasse a porta, deslizei no assento e pus a cabeça para fora. " Cadê ele? Preciso ver Joseph. Por favor" " Ele ligou." A expressão no rosto de Angus era serena e gentil, o que me fez começar a chorar de novo. " Vou levar a senhorita até ele agora mesmo." " Ele está bem?" " Não sei." Eu me recostei no assento, sentindo-me fisicamente mal. Não conseguia nem prestar atenção no caminho que estavamos fazendo. Minha única preocupação era me explicar. Precisa a dizer a Joseh que o amava, que jamais o deixaria se ele ainda me quisesse que ele era o único homem que eu desejava, o único pela qual meu sangue fervia. Por fim, o carro reduziu a marcha e eu olhei para fora, percebendo que estava de volta ao anfiteatro. Enquanto espiava pela janela á sua procura, a porta se abriu, assustando-me, e eu me viro para ver Joseph entrar e se sentar de frente para mim no outro assento. Eu me inclinei em sua direção. " Joseph..." " Pode ficar aí mesmo." Sua voz estava carregada de ódio, o que me fez recuar e cair de bunda no assoalho. A limusine se pôs em movimento, jogando-me definitivamente para trás. Aos soluços eu o observei enquanto se servia de uma bebida amareladae virava de um só gole. Fiquei sentada no chão esperando, com o estômago revirado de medo e tristeza. Ele encheu de novo o copo antes de fechar a porta do armário de bebidas e se recostar no assento. Eu queria perguntar se Brett estava bem ou muito machucado. Mas nåo podia. Ele poderia interpretar mal meus questionamentos e achar que eu estava mais preocupada com Brett do que com ele. Seu rosto permanecia impassível e seus olhos, duros e frios. Como duas pedras preciosas. " O que ele significa para você?" Limpei as lágrimas que escorriam por meu rosto. " Um erro." " No passado? Ou no presente?" " Nos dois." Seus lábios se curvaram em um sorriso sarcástico." E é assim que você costuma tratar os seus erros? Com beijos como aquele? Meu peito subia e descia enquanto eu tentava segurar o choro. Sacudi a cabeça violentamente em resposta. " Você quer ficar com ele?" Joseph perguntou, bem sério, antes de dar mais um gole em sua bebida. " Não" sussurrei. " Só quero você. Eu te amo,Joseph. Te amo tanto que chega a doer." Ele fechou os olhos e deitou a cabeça para trás. Aproveitei a oportunidadepara rastejar para mais perto dele, tentando pelo menos encurtar a distância física que quase impunha entre nós. " Você gozou pensando em mim quando enfiei os dedos em você, Demetria? Ou foi pensando naquela maldita música?" Meu Deus... Como ele podia duvidar...? A culpa era minha. Eu o tinha feito duvidar. " Em você. Só você é capaz de me deixar daquele jeito. Me fazer esquecer quem eu sou, quem está por perto ou o que está acontecendo ao redor e me concentrar só no seu toque." " Não foi isso que aconteceu quando ele te beijou." Joseph ergueu a cabeça e lançou um olhar implácavel para mim." Ele já enfiou o pau em você. Já tem comeu... Já gozou dentro de você." Eu me encolhi diante da amargura do seu tom de voz, da violência de suas palavras. Sabia como ele estava se sentindo. Como aquelas imagens podiam magoar e atormentar a pessoa até levá-la à loucura. Na minha cabeça ele e Corinne já haviam trepado dezenas de vezes, despertando dentro de mim uma fúria ciumenta incontrolável. Ele se inclinou subitamente para frente e esfregou meus lábios com o polegar. " Ele já teve sua boca." Apanhei seu copo e tomei o que restou da bebida, sentindo seu sabor amargo e uma terrível queimação na boca. Só consegui engolir depois de fazer muita força. Meu estômago revirou em protesto. O calor do álcool espalhou por minhas entranhas. Joseph se recostou no assento e cobriu o rosto com o braço. Eu sabia que ele havia visto Brett me beijar. Sabia que aquilo estava acabando com ele. Larguei o copo no chão, posicionei-me entre suas pernas e procurei o botão de sua calça. Ele agarrou meus dedos com força mas sem descobrir o rosto. " Que porra você está fazendo?" " Goza na minha boca", implorei. "Tira o gosto de mim." Houve uma longa pausa. Ele estava completamente imóvel, a não ser pelo peito, que subia e descia pesadamente. " Por favor, Joseph" Ele soltou uma palavra bem baixinho, soltou meus dedos e deixou sua mão cair para o lado." Chupa." Eu me apressei em pegá-lo entre as mãos com o com o coração disparado pelo medo de que mudasse de ideia... de que decidisse que não havia mais nada entre nós. A única coisa que fez foi mover um pouco os quadris, para que eu arrancasse sua calça e sua cueca. Poucos instates depois aquele pau enorme e maravilhoso estava nas minhas mãos. Na minha boca. Gemi ao sentir seu gosto, sua temperatura morna e o toque salgado de sua pele, de seu cheiro. Esfreguei meu rosto em sua virilha, porque queria seu cheiro impregnado em mim, marcando-me como propriedade dele. Segui com a língua o caminho das veias grossas que pulsavam em toda a extensão, lambendo-o de cima a baixo. Ouvi seus dentes rangendo quando comecei a chupá-lo com mais força.Gemidos de alegria e arrependimento escapavam da minha garganta. Vê-lo tão silencioso era de cortar o coração ele que sempre adorava me dizer as maiores baixarias. Que estava sempre dizendo que me queria, que precisava de mim... Sempre falando sobre como era bom transar comigo. Joseph estava se segurando, negando-me a satisfação de saber que estava gostando. Eu o masturbava com a mão fechada, chupando a cabeça daquele pau grande e grosso, lambendo o líquido pré-ejaculatório que escapava com lambidas rápidas e constantes. Suas coxas se enrijeceram, e ele começou a ofegar violentamente. Senti quando se encolheu todo, e então enlouqueci de vez. ----------------x---------------------------------x-----------------------x Oiiiii galera mais um capítulo para vocês me desculpem pela demora tive uns problemas com o computador mais agora está tudo bem só que não poderei postar com tanta frequência. Comentem o capítulo quem puder,bjs. Até o pró- ximo post

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Capítulo 21 maratona [3/3]

Cambaleei com o impacto e quase caí. Os dois foram para o chão com um baque surdo desesperador. Alguém gritou. Uma mulher. Eu não podia fazer nada. Fiquei paralizada e em silêncio, perdida em uma vórtice de emoções. Joseph segurou Brett pela garganta e acertou suas costelas com uma série incansável de golpes. Ele parecia uma máquina silenciosa e implacável. Brett gemia a cada impacto brutal e se debatia, tentando se livrar do ataque. " Jonas Dios mio." Eu já estava chorando quando Arnaldo apareceu e tentou segurar Joseph, mas acabou sendo jogando para trás quando Brett conseguiu se virar de lado e os dos saíram rolando. A banda abriu caminho aos empurrões em meio à aglomeração que se formou na frente dos ônibus todos prontos para a briga... pelo menos até verem com quem Brett estava brigando, o homem do dinheiro da gravadora. " Kline seu imbecil!" Darrin, o baterista, agarrou os próprios cabelos. " Que porra é essa, caralho?" Brett co seguiu se soltar, ficar de pé e empurrar Joseph contra a lateral de um ônibus Joseph juntou as duas mãos e as usou para atingir as costas de Brett como um tacape, forçando-o a recuar. Em seguida deu um chute nele, seguido por um soco rápido no estômago. Brett baqueou, mas ainda conseguiu armar um soco. Joseph foi rapido o bastante para se esquivar e contragolpear com um murro d baixo para ci a que balançou a cabeça do cantor. Miha nossa. Joseph não soltava nem um ruído, fosse enquanto batia ou qua do era atingido por um direto no queixo. A intensidade silenciosa de sua ira era assustadora. Eu podia sentir as ondas de raiva exalando de seu corpo, a fúria era visível em seus olhos, mas ele permanecia sob controle e se movia de maneira metódica.Parecia fora do ar, de certa maneira, retraído a um estado mental em que conseguia observar as coisas de maneira objetiva enquanto seu corpo infligia sérios ferimentos a outro humano. A culpa era minha.Eu havia transformado o homem afetuoso e brincalhão que me deixou encantada a noite toda naquele assassino impiedoso que estava em ação bem diante dos meus olhos. " Senhorita Lovato" Angus me pegou pelo cotovelo. Olhei para ele em desespero " Você precisa acabar com isso" " Por favor, entre na limusine." Você está malu i " Quê?" Vi sangue começar a orer do nariz de Brett. Ninguém ousava intervir. "Você está maluco?" " Precisamos levar a senhorita Elisson para casa. Ela é sua convidada. Você precisa acompanhá-la." Brett deu um golpe e, quando Joseph se esquivou, lançandoo outro punho, acertando-o no ombro e obrigando-o a recuar alguns passos. Peguei Angus pelos braços." Qual é o seu problema?! Você tem que acabar com isso!" Seus olhos azuis pareciam tranquilos. " Ele sabe quando parar, Demetria." " Você está de palhaçada comgo?!" Ele olhou por cima dos meus ombros. " Senhor Ricci, por favor." Quando percebi, estava sendo arrastada por Arnaldo até a limusine. Consegui levantar a cabeça e vi que um círculo de curiosos havia se formado na minha ausência, bloqueando meu campo de visão. Dei um grito de frustração comecei a esmurrar as costas de Arnaldo, mas não pude me livrar dele. Entreina limsine e ele subiu logo atrás, seguido de Shawna. Angus imediatamente fechou a porta como se nada estivesse acontecendo. " Max que é que você esta fazendo?" gritei com Arnaldo enquanto lutava contra a maçaneta tentando abrir a porta do carro ja em movimento. Ela nào abriria de jeito nenhum, eu não tinha como destravá-la. " Ele é seu amigo! Você vai largar Joseph lá?" " Ele é seu namorado." A neutralidade serena na voz de Arnaldo me dexou arrasada. " E ele está daquele jeito por sua causa." Eu me atirei contra o encosto do assento, com um nóno estômago as mãos ensopadas de suor de Joseph... " Você é a Eva da música, não é?" Shawna perguntou baixinho do outro lado do assento. Arnaldo ficou obviamente surpreso com o fato. " Será que Joseph..." Ele suspirou. " Claro que ele sabe." " Isso foi a muito tempo!" , eu disse em miha defesa. " Pelo jeito não o suficiente" , ele assinalou. Desesperada para reencontrar Joseph, eu não conseguia ficar parada. Meus pés sapateavam no assoalho e meu corpo estava absolutamente inquieto, como se estivesse amarrado e lutando para se soltar. Eu tinha magoado o homem por quem estava apaixonada e, por causa disso, arrumado problemas para outro cara que estava apenas sendo ele mesmo. E para piorar, sem nenhuma boa razão. Pensando bem, eu não sabia o que tinha dado em mim. Por que não tinha repeldo de uma vez? Por que tinha retribuído o beijo de Brett? E o qje Joseph ia fazer a respeito? A ideia de qe ele podeiroa terminar tudo desencadeou o pânico dentro de mim. Eu estava morrendo de preocupação. Será que estava machucado? Meu Deus... Só de pensar que Joseph poderia estar sofrendo eu ja ficava desesperada. Será que ele teria algum problema com a polícia? Afinal, ele tinha começado. Minhas mãos ficaram encharcadas de suor quando lembrei que Cary contou que seu companheiro de suruba havia dito que queria processá-lo. A vida de Joseph estava virando uma loucura, e tudo por culpa minha. Ele algum momento ele ia se dar conta de que eu só atraía problemas. VIrei para Shawna. Ela olhava pela janela, pensativa. Eu tinhaestragado aquela noite maravilhosa. E a de Arnaldo também. " Desculpe." Soltei um suspiro de infelicidade. " Estraguei tudo." Ela me olhou e encolheu os ombros, depois abriu um sorriso de compaixão que deu um nó na garganta. " Sem problemas. Eu me diverti bastante. Tomara que termine tudo bem." Para mim a única forma de tudo termnar bem era continuar com Joseph.

sábado, 6 de setembro de 2014

Capítulo 20 Maratona [2\3]

 Para mim foi inevitável encarar aquilo como um desafio. 
Comecei a acariciá-lo com os dedos, tomando o cuidado de manter meus movimentos lentos e suaves, impossíveis de ser detectados. Para meu deleite,Joseph continuou conversado sem que nada em sua voz ou seu rosto me denunciasse. Seu autocontrole me excitava, fazia crescer minha ousadia. Procurei o botão de sua calça, animada com a ideia do contato de pele contra pele. Joseph deu mais um gole no vinho e deixou a taça sobre a mesa.
 “Só você mesmo, Arnoldo”, ele disse com bom humor em resposta a algo que seu amigo tinha dito. Senti meu punho ser agarrado no exato momento em que alcancei o botão dos seus jeans. Ele levou minha mão até a boca e a beijou, em um gesto aparentemente casual de afeto. Já a rápida mordida que deu no meu dedo me pegou de surpresa e me fez engasgar de susto. 
Arnoldo sorriu — um sorriso um tanto irônico de um solteiro que via seu amigo ser laçado por uma mulher. Ele disse algo em italiano. Joseph respondeu com uma pronúncia fluente e sexy, num tom que parecia ser sarcástico. Arnoldo jogou a cabeça para trás e caiu na risada. Eu me remexi no assento. Adorava ver Joseph daquela maneira, relaxado e se divertindo. Ele olhou para meu prato vazio, depois para mim. 
“Podemos ir?”
 “Ah, sim.” Eu estava ansiosa para saber como seria o restante da noite,quantos lados de Joseph ainda seriam revelados. Para mim, essa nova face era tão adorável quanto o executivo poderoso vestido de terno, o amante dominador na cama, a criança magoada que não conseguia esconder as lágrimas e o companheiro carinhoso que me abraçava quando eu chorava.
 Ele era complexo demais, um grande mistério para mim. Eu mal havia arranhado a superfície de seu ser. Mas ainda assim já estava totalmente envolvida por ele. 
“Esses caras são bons!”, Shawna gritou quando a banda de abertura começou a tocar sua quinta música. Tínhamos abandonado nossos assentos depois da terceira música, abrindo caminho por uma multidão em polvorosa para garantir um lugar no espaço entre as fileiras de poltronas e o palco. Joseph estava posicionado atrás de mim,com seus braços me cercando de ambos os lados e segurando bem firme na grade. O restante da plateia se espremia ao nosso redor, empurrando-nos coletivamente, mas eu estava protegida pelo corpo dele, assim como Arnoldo protegia Shawna ao nosso lado. Com certeza Joseph teria conseguido lugares muito melhores para nós,mas, como havia sido Shawna quem tinha nos convidado, usar seus ingressos era algo necessário para evitar uma tremenda indelicadeza. Joseph entendeu isso e estava disposto a encarar o que viesse pela frente, o que me deixou muito feliz. Virei a cabeça para olhá-lo.
 “Essa banda também é da Vidal?” 
“Não. Mas gostei.” Fiquei contente por ele estar curtindo o show. Levantei os braços e gritei,energizada pela animação da plateia e a batida pesada. Eu dançava entre os braços de Joseph, molhada de suor, com o coração disparado. Quando o show de abertura terminou, os técnicos se apressaram em instalar os equipamentos e preparar o palco para o Six-Ninths. Num gesto de gratidão por aquela noite, por aquela alegria, pela maravilha de enlouquecer com o homem que amava, eu me virei e lancei os braços por sobre os ombros deJoseph e o beijei na boca. Ele me pegou no colo e me fez passar as pernas em torno de sua cintura,beijando-me com violência. Seu pau estava duro e pressionado contra mim,incentivando-me a me esfregar nele. As pessoas ao redor começaram a assobiar e gritar coisas como “Vão para um motel” ou “Come ela, cara!”, mas não dei a menor bola, e muito menos Joseph, que parecia tão arrebatado por aquele impulso sexual quanto eu. Sua mão na minha bunda me esfregava contra sua ereção, enquanto a outra agarrava meus cabelos, mantendo-me na posição em que queria ao me beijar, sedento para sentir meu gosto. Nossas bocas abertas se esfregavam desesperadamente uma à outra. Sua língua ia fundo dentro de mim, em movimentos rápidos, como se estivesse fazendo amor com minha boca. Eu o recebia com prazer, lambendo e sentindo seu gosto, gemendo diante de seu desejo insaciável. Ele sugou minha língua,deslizando os lábios ao redor dela. Eu estava molhadinha e louca para ter seu pau dentro de mim, um desejo quase frenético de ser preenchida. “Você vai me fazer gozar”, ele rosnou, e mordeu meu lábio inferior. Eu estava tão envolvida pela ferocidade de sua paixão que mal me dei conta de que o show do Six-Ninths havia começado. Foi só quando ouvi a voz do vocalista que me lembrei de onde estava. Fiquei tensa na hora. Minha mente tentava raciocinar em meio à névoa do desejo, lutava para processar o que eu estava ouvindo. Eu conhecia aquela música. Meus olhos se abriram quando Joseph me soltou. Por cima de seus ombros, vi os cartazes erguidos no ar. BRETT KLINE É MEU! ME FODE, BRETT! E o meu preferido: BRETT, EU TE ACERTARIA COMO A IRA DIVINA!!! Droga. Quem poderia imaginar?
 Cary, claro. Ele sabia, e não me disse nada. Deve ter achado que seria muito mais engraçado se eu descobrisse tudo ali na hora. Minhas pernas se desprenderam dos quadris de Joseph, e ele me pôs de volta no chão, protegendo-me dos fãs enlouquecidos ao redor com a barreira de seu corpo. Virei para o palco sentindo um tremendo frio na barriga. Obviamente, Brett Kline estava ao microfone, com sua voz profunda, poderosa e infernalmente sexy silenciando os milhares de pessoas que estavam ali para vê-lo.Seus cabelos curtos estavam espetados, com as pontas descoloridas, e seu corpo esguio, vestido com uma calça cargo verde-oliva e uma camiseta regata preta. De onde eu estava não dava para ver, mas seus olhos eram de um verde-esmeralda brilhante, e a combinação de seu rosto bonito e seu sorriso encantador, com direito a covinhas, levava as mulheres à loucura. Tentando desviar minha atenção de Brett, olhei para os outros membros da banda e reconheci todos. Mas na época de San Diego o grupo não se chamava Six-Ninths. Era Captive Soul, e fiquei me perguntando o motivo da mudança.
 “Eles são bons, né?”, Joseph perguntou com a boca colada ao meu ouvido para que eu pudesse ouvi-lo. Uma de suas mãos estava apoiada na grade e a outra ficava na minha cintura, mantendo-me grudada nele enquanto se mexia ao som da música. A combinação de seu corpo com a voz de Brett levou meu desejo sexual já enlouquecido a alturas inimagináveis. Fechei os olhos e me concentrei na presença atrás de mim e na emoção inigualável que sempre sentia ao ouvir Brett cantar. A música ressoava por minhas veias, despertando lembranças — algumas boas, outras ruins. Eu balançava nos braços de Joseph, e o desejo se espalhava por meu corpo. Ele também estava louco de tesão. A luxúria exalava de seu corpo em ondas mornas, tomando conta de mim, tornando dolorosa a distância física que ainda havia entre nós naquele momento.
 Agarrei a mão que ele mantinha espalmada na minha barriga e a puxei para baixo. 
“Eva.” Sua voz áspera estava carregada de volúpia. Eu o estava provocando a noite toda, do momento em que havia contado que não estava mais menstruada, passando pela breve sessão de masturbação no restaurante, até chegar ao beijo lascivo no intervalo. Ele agarrou minha coxa e a apertou. “Abra as pernas.” Apoiei o pé esquerdo na parte inferior da grade. Deitei a cabeça sobre seu ombro e, um segundo depois, sua mão estava debaixo da minha saia. Sua língua percorria o contorno da minha orelha e sua respiração era ofegante. Senti seu gemido bem no meu ouvido quando ele descobriu o quanto eu estava molhada. A banda emendava uma canção na outra. Joseph me massageava por cimada calcinha, em movimentos circulares que depois tomaram o sentido vertical,acompanhando minha abertura. Meus quadris se remexiam ao toque, meu ventre se contraía, minha bunda se esfregava sem parar em seu pau duro. Eu estava pronta para gozar ali mesmo, em meio a dezenas de pessoas, porque era esse o efeito que Joseph causava sobre mim. Ele me deixava literalmente louca de tesão. Nada mais importava quando eu sentia suas mãos sobre mim, sua atenção me tirava do sério. 
“Isso mesmo, meu anjo.” Ele puxou minha calcinha de lado e enfiou dois dedos em mim. 
“Vou passar horas e horas fodendo essa boceta maravilhosa.” Com a multidão se espremendo ao nosso redor, a música ressoando no ar e nossa privacidade garantida apenas pela distração dos demais, Joseph enfiou ainda mais profundamente os dedos em mim e os deixou por lá. Aquela penetração sólida e imóvel me deixou enlouquecida. Eu remexi os quadris em torno de sua mão, em busca do orgasmo de que tanto precisava. A música acabou, e as luzes se apagaram. Envolvida pela escuridão, a plateia reagiu aos berros. A ansiedade foi crescendo em meio à multidão e se tornando cada vez maior até que um acorde de guitarra pôs fim ao silêncio da banda. Os gritos saltaram ao mesmo tempo de todas as gargantas, depois os isqueiros começaram a ser acesos, transformando aquele mar de gente em uma nuvem de vagalumes. Um único holofote iluminou o palco. Brett estava sentado em um banquinho, sem camisa e brilhando de suor. Seu peitoral era rígido e bem definido,assim como seu abdome. Enquanto ele baixava o pedestal do microfone, os piercings em seus mamilos brilhavam. As mulheres na plateia começaram a gritar,inclusive Shawna, que pulava sem parar e soltava assobios ensurdecedores. Eu entendia perfeitamente por quê. Sentado daquele jeito, com os pés sobre os apoios do banquinho e os braços bem torneados cobertos de tatuagens,Brett parecia absurdamente sexy e desejável. Durante seis meses, quatro anos antes, fiz de tudo para ficar sem roupa com ele sempre que possível, tão atraída e desesperada para ser amada que aceitava toda e qualquer migalha de atenção que ele me concedia. Os dedos de Joseph começaram a deslizar dentro de mim, para dentro e para fora. O baixo entrou na canção. Brett estava cantando uma música que eu não conhecia, com uma voz grave e melódica, pronunciando cada palavra com perfeição. Ele tinha a voz de um anjo caído. Arrebatadora. Sedutora. E seu rosto e seu corpo só faziam crescer a tentação. Golden girl, there you are. I’m singing for the crowd, the music’s loud. I’m living my dream, riding the high, But I see you there, sunlight in your hair, And I’m ready to go, desperate to fly. Golden girl, there you are.
 Dancing for the crowd, the music’s loud. I want you so bad. I can’t look away. Later, you’ll drop to your knees. You’ll beg me please. And then you’ll go, it’s only your body I know. Golden girl, where’d you go? You’re not there, with sunlight in your hair. I could have you in the bar or the back of my car, But never your heart. I’m falling apart. I’ll drop to my knees, I’ll beg you. Please. Please don’t go. There’s so much more I want to know. Eva, please. I’m on my knees. Golden girl, where’d you go? I’m singing for the crowd, the music’s loud. And you’re not there, with sunlight in your hair. Eva, please. I’m on my knees.O holofote se apagou. Um longo instante transcorreu até a música terminar. Então as luzes voltaram e a bateria provocou uma explosão sonora. Chamas crepitaram no palco, e a plateia foi ao delírio. Eu me sentia perdida, com um rugido nos ouvidos, um aperto no peito eu ma confusão estonteante.
 “Essa música”, Joseph gemeu no meu ouvido enquanto metia com força os dedos em mim, “me faz pensar em você.” A palma de sua mão começou a massagear meu clitóris, e eu gozei em meio a um turbilhão de sentimentos. Meus olhos se encheram de lágrimas. Gritei,sentindo-me trêmula em seus braços. Agarrando a grade à minha frente, aguentei firme e deixei aquela onda irrefreável de prazer reverberar por meu corpo. Quando o show terminou, eu só conseguia pensar em ligar para Cary. En-quanto esperávamos a multidão se dispersar, apoiei-me em Joseph, largando todo o meu peso sobre os braços que me envolviam.
 “Está tudo bem?”, ele perguntou, passando as mãos nas minhas costas.
 “Está”, menti. 
 Na verdade, nem sabia direito o que estava sentindo. O fato de Brett ter composto uma música que jogava uma luz diferente sobre nossa relação não deveria ter efeito nenhum sobre mim. Eu estava apaixonada por outro.
 “Também quero sair daqui logo”, Joseph murmurou.
 “Estou morrendo de vontade de você, meu anjo. Não consigo nem pensar direito.” Enfiei as mãos nos bolsos traseiros dos jeans dele.  
  “Então vamos embora.” 
  “Tenho acesso aos bastidores.” Ele beijou a ponta do meu nariz quando me inclinei para trás para olhá-lo.
  “Não precisamos dizer nada para eles, se quiser mesmo ir embora.” Fiquei seriamente em dúvida por um momento. Afinal de contas, se a noite havia sido tão boa, isso se devia em grande parte a Joseph. Mas eu sabia que mais tarde me arrependeria de negar a Shawna e Arnoldo — que era um grande fã do Six-Ninths — algo de que eles lembrariam pelo resto da vida. E eu estaria mentindo se dissesse que não gostaria de ver Brett mais de perto. Não queria que ele me visse, mas adoraria observá-lo.
 “Não. Vamos lá com eles.” Joseph pegou na minha mão e foi falar com nossos amigos, cuja empolgação ao receber a notícia me forneceu o pretexto de dizer que estava fazendo aquilo por eles. Entramos por um caminho ao lado do palco, onde um homem enorme fazia as vezes de segurança. Enquanto o sujeito falava no fone de ouvido, Joseph sacou o celular e avisou Angus para estacionar a limusine nos fundos. Nesse momento, nossos olhos se encontraram. Seu olhar acalorado era uma promessa de prazer de tirar o fôlego. 
“Seu namorado é o máximo”, comentou Shawna, lançando para Joseph um olhar de quase reverência. Não era o olhar de alguém que estava interessada nele, e sim de alguém que o admirava. 
“Esta noite está sendo um sonho. Fico devendo uma.” Ela me deu um abraço rápido, mas bem apertado. “Obrigada.” Eu a abracei de volta.
 “Obrigada você, por me convidar.” Um homem alto e magro com mechas azuis nos cabelos e óculos com armações pretas estilosas veio até nós. “Senhor Jonas”, ele cumprimentou, estendendo a mão. 
“Eu não sabia que vinha hoje.” Joseph apertou a mão dele.
 “Não avisei ninguém”, ele respondeu tranquilamente, levando a outra mão até mim. Eu a agarrei e ele me puxou para a frente e me apresentou a Robert Phillips, empresário do Six-Ninths. Shawna e Arnoldo foram apresentados em seguida, e então fomos levados por corredores onde a movimentação era grande,principalmente de groupies. Naquele exato momento, senti que seria melhor não chegar nem perto de Brett. Não foi nada difícil esquecer tudo de ruim que havia acontecido entre nós enquanto ele cantava. E ainda mais depois de ouvir a canção que ele tinha composto sobre nós. Aquele período da minha vida, porém, era algo que eu lembrava com vergonha. 
“A banda está logo ali”, disse Robert, apontando para uma porta aberta de onde a música e as gargalhadas saíam em altos volumes. “Eles vão adorar conhecer você.” Meus pés se fincaram no chão. Joseph parou, encarando-me com a testa franzida.
Fiquei na ponta dos pés e sussurrei: “Não estou nem um pouco a fim de falar com esses caras. Se não se importa, vou passar no banheiro e depois vou direto para a limusine”. 
“Espere um minutinho que eu vou com você.”
 “Vou ficar bem. Não se preocupe comigo.” Ele pôs a mão na minha testa. 
“Está tudo bem? Você está vermelha.” 
“Estou ótima. E vou provar quando a gente chegar em casa.” Isso foi suficiente para acalmá-lo. A ruga em sua testa se desmanchou, e ele sorriu. 
“Vou apressar as coisas aqui, então.” Ele olhou para Robert Phillips e apontou para Arnoldo e Shawna. “Você pode ir com eles? Preciso resolver uma coisinha antes.”
 “Joseph, está tudo bem...”, protestei.
 “Vou levar você até lá.” Eu conhecia aquele tom de voz. Deixei que fosse comigo até o banheiro, al-guns metros adiante.
 “Eu posso ir sozinha daqui, garotão.”
 “Eu espero.”
 “Assim a gente nunca vai sair daqui. Vá lá fazer o que precisa fazer. Vou ficar bem.” Ele me lançou um olhar paciente. “Demetria, não vou deixar você sozinha.”
 “Eu me viro. É sério. A saída é logo ali.” Apontei para o corredor, para as portas abertas sob um sinal luminoso que marcava a saída. A equipe já estava começando a desmontar e retirar os equipamentos. “Angus está logo ali, não está?” Joseph apoiou o ombro na parede e cruzou os braços. Joguei as mãos para o alto.
 “Certo. Tudo bem. Faça o que você quiser.”
 “Você está aprendendo, meu anjo”, ele disse com um sorriso  Resmungando baixinho, entrei no banheiro e fiz o que precisava fazer. Enquanto lavava as mãos na pia, olhei-me no espelho e estremeci. Estava com manchas de rímel de tanto transpirar, e minhas pupilas estavam dilatadas.
 “O que foi que ele viu em você?”, perguntei a mim mesma, desdenhosa,pensando comigo que Joseph ainda estava impecável. Por mais suado que estivesse, ainda parecia lindo, enquanto eu estava um caco. Porém, mais do que na minha aparência, eu estava pensando nos meus deslizes. Disso não havia como escapar. Não enquanto estivesse sob o mesmo teto que Brett. Esfreguei uma toalha de papel molhada sob os olhos para me livrar das manchas pretas, depois voltei para o corredor. Joseph estava à espera alguns metros adiante, conversando com Robert, ou, para ser mais precisa, ouvindo oque ele dizia. O empresário da banda estava claramente empolgado a respeito de alguma coisa. Joseph me viu e estendeu a mão para que esperasse um minuto, mas eu não queria me arriscar. Apontei para a saída, virei-me e saí andando antes que ele pudesse me alcançar. Passei rapidamente diante da porta do camarim, arriscando uma rápida olhada para dentro. Shawna estava lá, dando risada com uma cerveja na mão. A sala estava lotada e barulhenta, e ela parecia estar se divertindo bastante. Concluí minha fuga com um suspiro de alívio, sentindo-me dez vezes mais leve ao pisar do lado de fora. Angus estava ao lado da limusine de Joseph, estacionada perto de uma fileira de ônibus. Acenei e comecei a caminhar em sua direção. Lembrando o que tinha acontecido naquela noite, fiquei impressionada com a desinibição de Joseph. Ele com certeza não era o tipo de homem que usava suas fusões e aquisições para impressionar uma mulher e levá-la para a cama. Eu mal podia esperar para ficar sozinha com ele.
 Uma chama se acendeu na escuridão à minha direita e me assustou. Fiquei paralisada ao ver Brett Kline acendendo o cigarro de cravo que pendia de seus lábios. Ele estava parado no escuro ao lado da saída, e a luz bruxuleante da chama revelou seu rosto e me fez voltar no tempo por um longo instante. Brett levantou a cabeça e ficou sem reação ao me ver. Simplesmente olhamos um para o outro. Meu coração estava disparado, em uma mistura de excitação e apreensão. De repente ele soltou um palavrão, balançando o dedo que o palito de fósforo havia queimado. Tentei dar o fora dali, esforçando-me para não parecer que estava fugindo ao partir na direção de Angus e da limusine.
 “Ei! Espera aí!”, gritou Brett. Ouvi seus passos correndo atrás de mim e senti a adrenalina se espalhar por meu corpo. Um membro da equipe estava empurrando um carrinho cheio de equipamentos e passei à frente dele, usando-o como cobertura para me esconder entre dois ônibus. Encostei na lateral de um deles, entre dois compartimentos de carga abertos. Estava encolhida na escuridão, envergonhada da minha covardia, mas ciente de que não tinha nada a dizer a Brett. Eu não era mais a menina que ele havia conhecido. Vi quando passou apressado por mim. Decidi esperar, deixá-lo procurando um pouco até desistir. Mas estava preocupadíssima com o fato de que dali apouco Joseph apareceria atrás de mim.
 “Demetria.” Senti um arrepio ao ouvir meu nome. Virei a cabeça e vi Brett se aproximando pelo outro lado. Enquanto eu olhava para a direita, ele apareceu pela esquerda. 
“É mesmo você”, ele disse num tom de voz bem áspero antes de jogar o cigarro no chão e esmagar com a bota.
 “Você devia parar de fumar”, eu disse. 
“Você sempre fala isso.” Ele se aproximou com cautela. “Viu o show?”
 Confirmei com a cabeça e me afastei do ônibus, andando para trás.
 “Foi muito bom. Vocês estavam ótimos. Parabéns.” Ele dava um passo à frente a cada passo atrás que eu dava.
 “Eu bem que esperava encontrar você algum dia em um show. Já pensei em milhares de reações diferentes que poderia ter ao te ver na plateia.” Eu não soube o que dizer. A tensão entre nós era tão grande que mal conseguia respirar. A atração por ele ainda existia. Não era nada comparada à que eu sentia por Joseph. Brett não passava de uma sombra, mas mesmo assim tinha certo efeito sobre mim. Voltei para o ambiente aberto do estacionamento, onde a atividade era intensa e havia muita gente ao redor.
 “Por que você está fugindo?”, ele perguntou. Sob a luz de um poste de iluminação do estacionamento, vi seu rosto com clareza. Estava ainda mais bonito do que antes.
 “Não posso...” Engoli em seco.
 “Não tenho nada a dizer pra você.” 
 “O cacete.” A intensidade de seu olhar me fez queimar por dentro.
 “Você sumiu. Não disse nada, simplesmente não apareceu mais. Por quê?” Senti um nó no estômago, e o esfreguei com a mão. O que eu poderia dizer? Finalmente tomei vergonha na cara e decidi que merecia ser outra coisa na vida além de uma das várias garotas que você comia no banheiro entre uma música e outra.
 “Por que, Demetria? A gente tinha um lance legal e você desapareceu, porra.” Virei a cabeça à procura de Joseph ou Angus. Nenhum dos dois estava por perto, mas a limusine ainda estava lá.
 “Isso foi há muito tempo.” Brett chegou mais perto e me agarrou pelos braços, sacudindo-me e deixando-me assustada com seu surto de agressividade. Caso não houvesse mais gente ali, eu poderia ter entrado em pânico.
 “Você me deve uma explicação”, ele exigiu.
 “Não devo na...” Ele me beijou. Seus lábios eram macios e se encaixaram perfeitamente nos meus. Quando me dei conta do que estava acontecendo, Brett apertou meus braços com mais força, de um modo que me impedia de fugir ou de empurrá-lo. E, por um brevíssimo instante, não senti vontade de fazer nem uma coisa nem outra. Cheguei inclusive a retribuir o beijo, porque a atração entre nós ainda existia, e aquilo atenuava a sensação que persistia dentro de mim de que eu era apenas uma transa fácil e conveniente para ele. Seu gosto era de cravo, seu cheiro era de homem suado, e ele se apossou da minha boca com toda a paixão de uma alma criativa. Brett era familiar para mim em vários sentidos, incluindo os mais íntimos. Mas, no fim, não importava se ele ainda gostava de mim. Não importava que tivéssemos um histórico, por mais doloroso que fosse. Não importava que eu tivesse ficado emocionada com a música que ele compôs, ou que, depois deseis meses transando com ele em qualquer lugar que tivesse uma porta e depois cedendo a vez para outra garota qualquer, era o meu nome que ele gritava enquanto seduzia a mulherada no palco. Nada disso importava, porque eu estava loucamente apaixonada por Joseph Jonas, e era dele que precisava. Eu me afastei, sem fôlego... ... e vi Joseph se aproximar a toda velocidade, sem diminuir seu ímpeto ao bater em Brett e jogá-lo ao chão.
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TÃ TÃ TÃÃÃÃÃ OLHA A TRETA UIUIUIUIUIUIUI Demi beijou o Brett  ;D.... comentem e sigam o blog bjsss


sábado, 30 de agosto de 2014

Capítulo 19 Maratona [1/ 3]

"Uau!" Shawna parou na calçada do prédio em que morava no Brooklyn e ficou boquiaberta ao deparar com a limusine estacionada." Você caprichou."
 "Eu não", comentei ironicamente ao olhar para seu short vermelho e sua camiseta do Six- Ninths estrategicamente rasgada. Seus cabelos ruivos estavam presos e puxados para trás, e ela tinha passado um batom da mesma cor que o short. Shawna estava linda e pronta para curtir, e eu senti que minha saia plissada de couro, minha regatinha branca e minhas botas Doc Martens cor de cereja haviam sido uma boa escolha.
 Joseph, que estava conversando com Angus, virou-se para nos olhar, e eu fiquei tão impressionada com sua aparência quanto havia ficado logo, depois de ele se trocar. Seu Jeans largo, sua camiseta lisa e suas botas tudo impecavelmente preto, de alguma forma criavam um visual tão absurdamente sexy que minha vontade era pular em cima dele. Se Joseph já parecia um moreno perigoso só de terno, esse impressão se acentuava ainda mais com aquelas roupas. Ele parecia mais novo, além de lindo como sempre.
" Puta merda, não vai me dizer que ele é para mim.", murmurou Shawna apertando meu pulso com toda força.
 "Ei, você já te, o seu. Esse aí é meu." Fiquei excitadíssima ao dizer isso. Ele era só meu, e eu podia tocá-lo e beijá-lo á vontade. E, mais tarde , trepar até morrer de  cansaço. E como...
 Ela riu ao notar minha alegria. "Tudo bem. Então apresente a gente. Fiz as honras, e deixei que ela entrasse primeiro na limusine. Quando me inclinei para entrar atrás dela, senti a mão de Joseph subir por  debaixo da minha saia e apertar minha bunda.
 Ele se encostou em mim por tás e sussurrou na minha orelha: "Sempre tenha certeza de que estou atrás de você quando se curvar desse jeito, meu anjo,ou leva uns tapas na bunda.
 Virei a cabeça e encostei o meu rosto no dele. "Minha menstruação já era."
Ele grunhiu e apertou meus quadris entre os dedos." Por que não me disse isso antes?"
" Para prolongar o estado de excitação garotão.", respondi, usando a frase que ele usou certa vez para me torturar. Deu risada ao ouvir o palavrão que ele soltou e me posicionei no assento ao lado de Shawna.
Angus assumiu a direção e nós saímos, abrindo um garrafa de Armand de Brignac no caminho. Quando chegamos ao Tabeau One, um novo bistrô da moda com fila na porta e música alta que se ouvia da calçada, a combinação do champanhe como o olhar de desejo de Joseph e o comprimento quase indecente  da minha saia estava começando a fazer efeito em mim.
 Shawna se inclinou no assento e espichou os olhos para fora das janelas de vidro escuro. Doug tentou arrumar uma mesa gente aí antes de viajar, mais a fila de espera era de dois meses.A gente pode tentar, mas vamos ter que ficar horas e horas na fila, e nada garante que vamos  conseguir."
 A porta da limusine se abriu e alguns nos ajudou a descer, primeiro Shawna, depois eu. Joseph então se juntou a nós e me ofereceu o braço como se estivéssemos vestidos para um evento de gala, e não para um show de rock. Fomos conduzidas para dentro com tanta rapidez e o gerente foi tão efusivo nas boas vindos que fui obrigada a perguntar a Joseph se aquele restaurante também era dele.
 "Sou um dos sócios."
Eu me limitei a superar aceitando o inevitável. " Seu amigo vai vir jantar com a gente?
 Joseph levantou o queixo, apontando para a frente. Ele já está aqui."
 Segui seu olhar até encontrar um homem muito bonito vestindo jeans e uma camiseta do Six-Ninths. Ele estava posando para uma fotografia com uma bela mulher de cada lado sorrindo efusivamente para a câmera num celular, e quando nos viu acenou para Joseph e pediu licença para se juntar a nós.
" Ai, Meu Deus." Shawna parecia inquieta." É Arnaldo Ricci" Ele é o dono do restaurante. E tem um programa no canal de culinária da têve.
 Joseph soltou meu braço para apertar a mão de Arnaldo e cumprir o velho ritual masculino dos tapinhas nas costas entre amigos." Arnaldo essa é minha namorada, Demetria Lovato."
  Estendi a mão,e Arnaldo a pegou, puxou-me para perto e me deu um beijo na boca.
" Pare com isso", repreendeu Joseph, e me posicionou atrás dele.
Arnaldo sorriu, e o brilho em seus olhos escuros mostrava claramente que estava apenas provocando Joseph. " E quem é essa beldade", perguntou virando-se para Shawna e beijando sua mão.
" Shawna, este é Arnaldo Ricci seu acompanhante esta noite. Isso se ele sobreviver ao jantar."
 Joseph lançou um olhar de ameaça para o seu amigo." Arnaldo, está é Shawna Ellison."
 Ela parecia animadíssima. " Meu namorado é um grande fã seu. E eu também. Ele testou uma receita sua de lasanha uma vez, e ficou sen-sa-ci-o-nal.
 "Joseph me contou que seu namorado está na Sicília." A fala de Arnaldo era temperada por um sotaque delicioso." Você devia ir visita-lo."
 Eu me virei como uma flecha para Joseph, já que não havia dado nenhuma informação mais detalhada a ele sobre o namorado de Shawna. Ele me olhou como quem se faz de inocente com um sorrisinho quase imperceptível no rosto.
 Sacudi a cabeça, decepcionada, mas era impossível negar que aquela seria uma noite inesquecível para Shawna.
 A hora seguinte passou em um instante, acompanhada de comida e vinho de primeira. Eu estava me deliciando com um extraordinário creme zabaione com framboesas quando me surpreendi Arnaldo me observando com um sorriso no rosto.
" Bellissima" , ele comentou." é sempre uma alegria ver uma mulher comer com gosto."
 Fiquei vermelha, um tanto sem graça. Não dava para esconder que eu adorava comer.
 Joseph estendeu o braço por trás da minha cadeira e começou a brincar com os cabelos da minha nuca. Sua outra mão levou a taça de vinho á boca, e eu sabia que ele estava pensando que preferia me saborear em vez da bebida. Seu desejo preenchia o ar ao nosso redor.
 E eu estava me rendendo a ele desde o início do jantar.
 Por baixo da toalha de mesa, peguei seu pau por cima da calça e o apertei. Ele foi de semi ereto a duro como pedra em um segundo mas nada em sua expressão ou postura denunciava sua excitação.
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 Mas um capítulo, a treta ta chegando, sigam e comentem o blog. Um bjao.

sábado, 23 de agosto de 2014

Capítulo 18

Passei voando pelas catracas do Crossfire e sorri ao ver Cary estava á minha espera no saguão.
 "Oi" , cumprimentei, admirando sua capacidade de fazer com que um simples jeans e uma camiseta de gola V parecessem sofisticados.
"Oi sumida." Ele estendeu a mão para mim e saímos pela porta lateral de braços dados. "Você parece bem feliz."
 O sol do meio-dia me atingiu como um soco. "Nossa. Que calor. Vamos a algum lugar aqui perto. Está a fim de comer taco?"
 "Com certeza."
Fomos até o restaurante mexicano que Megumi havia me apresentado e tentei não demonstrar o quanto a maneira como ele me cumprimentei tinha me deixado chateada. Fazia dois dias que eu não ia para casa, e Joseph estava planejando uma viagem para o fim de semana, o que significava mais dois dias sem Cary .Foi um alívio quando ele aceitou almoçar comigo. Eu não gostava de ficar muito tempo sem conversar com ele, sem saber se estava tudo bem.
 "Você tem planos para hoje á noite?" , perguntei depois de fazer o pedido.
 "É aniversário de um fotógrafo com quem trabalhei. Pensei em dar uma passada lá." Estávamos de pé, esperando os tacos e as margaritas sem álcool.
 "Você vai sair mesmo com a irmã do seu chefe? Ou quer ir comigo?
" Cunhada", corrigi. Ela tem ingressos pra um show . Ela me disse que sou sua última esperança, mas acho que vai ser divertido. Pelo menos estou torcendo para que seja . Nunca ouvi falar da banda. Tomara que não seja ruim.
"Qual é a banda?"
"Six-Ninths. Você conhece?
Cary arregalou os olhos" Six-Ningths? Sério? Eles são muito bons. Você vai gostar."
 Peguei nossas bebidas no balcão e deixei que ele carregasse as bandejas com os pratos." Você conhece o Six-Ninths, Shawna é superfã... Onde eu estava que nunca ouvi falar deles?"
" Debaixo da asa do Jonas, na sua fortaleza. Ele vai também?"
"Vai." Corri para garantir nossa mesa quando vi dois engravatados se levantarem. Nem comentei sobre o fato de Joseph ter dito que eu não poderia ir sem ele. Sabia que Cary não toleraria isso, o que me fez pensar no motivo pelo qual eu aceitava tão facilmente esse tipo de coisa. Cary e eu costumávamos concordar neste quesito.
" Não acho que Jonas gosta de rock alternativo." Cary se sentou com toda a naturalidade na cadeira em frente á minha. "Ele sabe o quanto você gosta? Principalmente de roqueiros alternativos?"
 Mostrei a língua para ele." Não acredito que você ainda se lembra disso. É passado.?
" E daí? Brett era um gato. Vai me dizer que nunca pensa nele?"
 "Só se for para me envergonhar." Peguei um dos tacos de carne assada. "Então tento evitar este tipo de lembrança."
 "Ele era um cara legal", rebateu Cary antes de dar um grande gole na raspadinha sabor margarita.
"Não estou dizendo que não era.Mas não era o cara certo pra mim." Só de pensar naquela época eu me contorcia de vergonha. Brett Kline era um gato e tinha uma voz que me deixava louca de tesão, mas também era um dos principais exemplos das péssimas escolhas que tinha feito em um período especialmente sórdido da minha vida." Mudando de assunto... Você conversou com Trey ultimamente?"
 O sorriso de Cary desapareceu." Sim, hoje de manhã."
 Fiquei em silêncio, á espera de mais informações.
Enfim ele cedeu,soltando um suspiro." Sinto falta dele. De conversar com ele. Trey é muito inteligente, sabia? Que nem você. Ele vai comigo á tal festa de hoje á noite.
" Comigo amigo ou como namorado?"
"Isto aqui está uma delícia." Cary deu mais uma mordida no taco antes de responder." A ideia é irmos como amigos mas provavelmente vou estragar tudo e tentar trepar com ele. A gente vai se encontrar lá, não dar sopa pro azar, mas sempre dá para fugir para o banheiro ou algum depósito de produtos de limpeza. Nunca consigo me controlar, e ele não sabe dizer não pra mim.
 Seu tom de autodesprezo fez meu coração ficar apertado.
" Sei como é", fiz questão de lembrar. Eu também já tinha sido assim. Já havia sentido esse desespero pelo contato íntimo com alguém." Por que você não tenta... sabe como é... resolver isso sozinho primeiro? Pode ajudar..."
Um sorriso largo e malicioso se abriu em seu belo rosto." Uau, você poderia repetir isso para eu gravar."
 Amassei meu guardanapo e atirei nele.
Cary o apanhou aos risos." Você é tão puritana ás vezes... Adoro isso."
 " E eu adoro você. Quero que seja feliz."
 Ele pegou minha mão e a beijou." Estou tentando, gata.'
" Se precisar de mim é só falar, mesmo que eu não estiver em casa."
" Eu sei." Ele apertou com força a minha mão antes de larga-la.
" Na semana que vem vou ficar bastante por lá. Preciso deixar tudo pronto para a visita do meu pai." Dei uma mordida em um taco, e meus pés até sapatearam de tão bom que estava." Queria falar sobre a sexta. Vou estar no trabalho, então você poderia ficar de olho nele. Vou deixar comida e uns mapas da cidade,mas..."
" Sem problemas." Cary piscou para uma loira bonita que passou por ele." Ele vai estar em boas mãos."
" Você vai querer sair com agente enquanto ele estiver na cidade?"
" Demi, querida, estou sempre disposto a sair com você. É só me dizer onde e quando que dou um jeito."
" Ah!" Eu me apressei em mastigar e engoli o que tinha na boca." Minha mãe disse que viu seu rostinho bonito estampado num ônibus um dia desses."
 Ele sorriu." Eu sei. Ela e mandou uma foto que tirou com o celular. Demais,né?"
" Mais que demais. Precisamos comemorar", eu disse, roubando sua fala habitual.
"Com certeza."
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Mais um capítulo aí, o próximo é treta, desculpem a demora, sigam e comento no blog.bjs

domingo, 3 de agosto de 2014

Capítulo 17

"Você sabe como eu sou.Já presenciou meus piores momentos. E, ontem a noite, disse que me queria mesmo assim." Ele esperou até que eu concordasse com a cabeça. "Esse foi o meu erro. Não acreditei que você tomaria essa decisão, mas deveria ter acreditado. É por isso que tenho sido tão cauteloso... Seu passado me assusta, Demetria."
 A ideia de que Nathan pudesse me afastar de era tão dolorosa que me encolhi sobre os joelhos. "Ele não tem todo esse poder."
"Não mesmo.E você também precisa aceitar que existe mais de uma solução para as coisas.Quem disse você precisa demais de mim? Quem disse que isso não é saudável? Não foi você. Está infeliz por que nega seus próprios instintos."
"Os homens não..."
"Foda-se.Nenhum de nós dois é normal.E isso não é um problema. É uma voz dentro da sua cabeça que está estragando tudo. Acredite em mim, sei do que você precisa. Aceite isso,mesmo quando achar que estou errado. E vou aceitar sua decisão de ficar comigo apesar dos meus defeitos. Certo?
Mordi meu lábio inferior,tentando esconder o fato de que estava tremendo,e concordei com a cabeça.
"Você não parece muito convencida" ,ele disse num tom suave.
" Estou com medo de me anular diante de você, Joseph. De perder o controle da minha vida, algo que lutei pra conseguir."
" Eu nunca deixaria isso acontecer", ele prometeu com convicção. " Só quero que agente fique seguro.O que sentimos um pelo outro não deveria ser a fonte de estresse que está sendo. Deveria ser nosso ponto de apoio, nosso porto seguro."
 Meus olhos se encheram de lágrimas só de pensar naquilo. " É isso que eu quero" ,sussurrei. "E muito."
" E vou fazer acontecer, meu anjo." Joseph inclinou a cabeça e me beijou de leve. " Vou tornar uma realidade pra nós dois. E você vai deixar as coisas acontecerem."

                                                                           *
"Hoje parece estar tudo bem melhor", comentou dr. Petersen quando Joseph e eu chegamos para nossa consulta de quinta á noite.
 Estávamos sentados bem perto um do outro , de mãos dadas. Joseph acariciou meus dedos com o polegar, e eu olhei e sorri, sentindo-me acolhida por aquele contato.
 O dr.Petersen abriu a capa que protegia seu tablet e se ajeitou na poltrona. "Vocês querem discutir alguma coisa em especial?"
 " A terça não foi nada fácil." ,eu disse baixinho.
 " Imagino. Mas vamos falar de segunda-feira á noite. Você pode me explicar o que aconteceu, Demetria?"
  Contei que, ao despertar de um pesadelo, vi-me aprisionada pelo de Joseph. Narrei tudo o que havia acontecido naquela noite e no dia seguinte.
"Então vocês não estão mais dormindo juntos?" , perguntou o dr. Petersen.
 "Sim"
"Esse pesadelos" , ele olhou para mim, " acontecem com frequência?"
"Não. A ultima vez antes de eu começar a namorar Joseph tinha sido há quase dois anos." Vi que ele começou a digitar rapidamente. Por algum motivo, sua sobriedade me deixava ansiosa. " Sou apaixonada por ele.", completei.
 Senti que Joseph ficou tenso.
 O dr. Petersen levantou a cabeça para me observar. Passou os olhos por Joseph e depois voltou a me encarar. "Disso eu nunca duvidei. Por que achou necessário dizer. Demetria?"
 Encolhi os ombros, sem graça, envergonhada ao notar Joseph estava olhando para mim.
 "Ela quer sua aprovação", Joseph comentou , bem sério.
 Essas palavras me deixaram nua, expondo-me completamente.
 "É isso mesmo?, o dr. Petersen me perguntou.
 "Não."
"Claro que é." A irritação na voz de Joseph era perceptível.
" Não é, não", argumentei, apersar de ter compreendido isso após o comentário. " É... É a verdade. É como eu me sinto."
Olhei bem para o dr. Petersen." A gente precisa dar certo. A gente vai fazer tudo dar certo ", enfatizei. "Só queria deixar bem claro que precisamos remar na mesma direção. Você precisa saber que a gente não vai desistir um do outro."
 "Demetria", ele abriu um sorriso compreensivo. "Você e Joseph têm muitos obstáculos  a superar, mas nada que seja intransponível."
 Soltei um suspiro de alívio. "Sou apaixonada por ele.", repeti, balançando a cabeça.
 Joseph ficou de pé em um pulo, apertando com força minha mão. "Você pode nos dar licença um minuto, doutor?"
 Confusa e um tanto preocupada, eu o segui até a sala de espera vazia, A recepcionista já tinha ido embora, era a ultima consulta do dia. Minha mãe já havia deixado bem claro que essas consultas fora do horário não era coisa habitual, e custavam bem caro. Fiquei feliz por Joseph estar disposto a pagá-las não uma, mais duas vezes por semana.
 Quando a porta se fechou atrás de nós, virei-me para ele. "Joseph, juro que não foi..."
 "Shh." Ele pegou meu rosto entre as mãos e me beijou, fazendo movimentos suaves mas sedentos com a boca.
 Com susto, demorei um pouquinho para deslizar minhas mãos pelo seu paletó e abraçar sua cintura esbelta. Sua língua entrou uma vez na minha boca, e eu deixei escapar um gemido.
 Ele me soltou e eu o encarei. Parecia ser o mesmo  executivo lindíssimo de terno escuro que eu havia visto no dia em que nos conhecemos, mas a expressão do seu rosto...
 Senti um nó na garganta.
Toda aquela intensidade e determinação, todo aquele desejo... Seus dedos acariciavam meu rosto, deslizaram pela minha garganta. Ele ergueu meu queixo e me beijou de levinho. Apesar de não ter dito nada, entendi tudo.
 Demos as mãos e voltamos para o consultório.
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Bom desculpa a demora pessoal net tinha caído e só consegui postar agora.
5 comentários para o próximo capítulo..
Gente poderiam fazer um enorme favor entre nesse blog que meu irmão fez -_-  por favor http://assuntoganhar.blogspot.com.br/ agradeço desde já.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Capítulo 16


“Nunca mais abra mão dessa chave”, avisei mais uma vez.
“E você, não se arrependa de ter dado essa chave para mim.” Ele colou sua
testa à minha. Senti o calor de sua respiração em minha pele e imaginei que ele
havia sussurrado algo, apesar de não ter conseguido entender o quê.
Mas não importava. Estávamos juntos. Depois de um dia longo e
tenebroso, nada mais importava.

                                                                        *

O som da porta do meu quarto se abrindo interrompeu um sonho nada
memorável, mas foi o aroma tentador do café que de fato me acordou. Estiquei-me,
mas mantive os olhos fechados, deixando a vontade crescer.
Joseph sentou na beira da cama, e um instante depois senti seus dedos
percorrerem meu rosto. “Dormiu bem?”
“Senti sua falta. Esse café é pra mim?”
“Se você for boazinha.”
Abri bem os olhos. “Mas você gosta de mim safadinha.”
Seu sorriso provocava reações enlouquecidas em mim. Ele já estava
vestido com um de seus ternos absurdamente sensuais e aparentava estar se
sentindo bem melhor que na noite anterior. “Gosto de você safadinha comigo. E
esse show na sexta?”
“É de uma banda chamada Six-Ninths. É só isso que eu sei. Quer ir?”
“Não é uma questão de querer. Se você vai, eu vou também.”
Minhas sobrancelhas se ergueram. “Sério? E se eu não tivesse convidado você?”

Ele tateou à procura da minha mão e girou meu anel de compromisso.

“Então você não iria.”
“Como é?” Ajeitei os cabelos para trás. Ao notar a expressão que se desenhava
em seu lindo rosto, sentei. “Me dá esse café. Quero estar bem energizada
para acabar com você.”
Joseph sorriu e me passou a caneca.
“Não me olhe assim”, avisei. “Não estou nada contente com a ideia de você
me proibir de sair.”
“Estamos falando sobre um evento específico, um show de rock, e eu não
proibi você de ir, só disse que não pode ir sem mim. Sinto muito se não gosta,
mas é assim que as coisas são.”
“E quem disse que é rock? Pode ser música clássica. Pop. Ou celta.”

“O Six-Ninths acabou de assinar com a Vidal Records.”
“Ah.” A Vidal Records era dirigida pelo padrasto de Joseph, Christopher
Vidal, mas o proprietário era ele. Para mim, era impossível imaginar o que
levaria alguém a comprar uma empresa da própria família. Qualquer que fosse o
motivo, era mais uma das razões por que Christopher Jr., o meio-irmão de
Joseph, o odiava.
“Vi uns vídeos da época em que eles eram uma banda indie”, Joseph explicou.
“Não vou deixar você sozinha no meio daquele bando de malucos.”
Dei um gole caprichado no café. “Entendo, mas você não tem o direito de
mandar em mim.”
“Ah, não?” Ele pôs o dedo esticado na frente da minha boca. “Shh. Nada de
discussões. Não sou um tirano, mas tenho minhas preocupações, e você precisa
ter o bom senso de aceitar isso.”

Afastei sua mão. “E bom senso significa fazer o que você achar melhor?”
“Claro.”

“Quanta pretensão.”
Ele ficou de pé. “Não vamos brigar por causa de situações hipotéticas. Você
me convidou pra ir ao show na sexta e eu topei. Não tem motivo nenhum para
discutir.”
Deixei o café sobre o criado-mudo, saí de baixo das cobertas e levantei da
cama. “Preciso ter a minha vida também, Joseph. Se abrir mão da minha individualidade,
nunca vou conseguir me acertar com você.”
“Sim, e tenho que pensar na minha individualidade. Não posso ser o único

a fazer concessões.”
Senti o golpe daquelas palavras. Ele tinha lá sua razão. Eu podia defender
meu espaço, mas precisava entender que tipo de homem era Joseph. Precisava
me acostumar com o fato de que ele também tinha seus gatilhos emocionais. “E
se um dia eu quiser sair com minhas amigas?”
Ele pegou meu queixo com as duas mãos e beijou minha testa. “Você pode

usar a limusine e ir pra qualquer lugar de que eu seja dono.”
“Para você poder mandar os seguranças me espionarem?”
“Espionarem não, protegerem”, ele corrigiu, dando-me outro beijo. “Isso é
tão terrível assim, meu anjo? Eu não conseguir parar de pensar em você é um
fato imperdoável?”
“Você está distorcendo as coisas.”
Ele me largou e me encarou com uma expressão séria e determinada.
“Mesmo se você estiver na minha limusine ou em uma das minhas casas
noturnas, o fato de não estar em casa comigo vai me deixar maluco. E, se vou ser
obrigado a conviver com isso, você vai ser obrigada a conviver com minhas medidas
de precaução. É um acordo justo.”
“Como você consegue fazer os maiores absurdos parecerem razoáveis?”,
rosnei.

“É um dom.”
Dei um apertão em seu belo e firme traseiro. “Vou precisar de mais café
pra conseguir lidar com esse dom, garotão.”
*
Já havia se tornado quase uma tradição sair para almoçar com meu chefe e
seu companheiro às quartas-feiras. Quando Mark e eu chegamos ao pequeno
restaurante italiano, descobri que ele também havia convidado Shawna, o que
me deixou muito contente. Mark e eu tínhamos uma relação bastante profissional,
mas de alguma forma ele conseguia agregar um toque pessoal que para mim

significava muito.
“Que inveja do seu bronzeado”, comentou Shawna, ao mesmo tempo casual
e bem-vestida com jeans, uma blusinha bordada e uma echarpe. “Quando
tomo sol fico toda vermelha, e minhas sardas aparecem ainda mais.”
“Mas em compensação você tem esse cabelo lindo pra exibir”, ressaltei, admirando
sua coloração ruiva.
Steven passou a mão por seus cabelos, que tinham exatamente o mesmo
tom, e sorriu. “A gente abre mão de tanta coisa pra ficar bonito.”
“Como é que você sabe?” Ela deu um esbarrão no ombro do irmão e caiu
na risada, mas ele nem se mexeu. Shawna era magra e esguia, e Steven, grande e
forte. Mark já havia me contado que seu companheiro era um empreiteiro que
não fugia do trabalho pesado, o que explicava tanto sua constituição física como
suas mãos calejadas.
Entramos no restaurante e fomos logo para nossa mesa, já que eu havia
providenciado a reserva com antecedência. Era um lugar meio apertado, mas
muito charmoso. Janelas que iam do chão ao teto proporcionavam bastante luz

natural, e o cheiro da comida era de dar água na boca.
“Estou animadíssima para sexta.” Os olhos azuis de Shawna brilhavam de
empolgação.
“Ah, é. Ela vai com você”, comentou Steven, “e não com o irmão mais velho
dela.”
“O show não podia ser menos a sua cara”, ela rebateu. “Você odeia
aglomerações.”
“Gosto de um pouco de distância entre as pessoas, só isso.”
Shawna revirou os olhos. “Você pode ser chato em outro lugar.”
Aquela conversa sobre aglomerações me fez lembrar do lado superprotetor
de Joseph. “Tudo bem se eu levar o cara com quem estou saindo?”, perguntei.
“Ou você acha chato?”
“Claro que não. Ele pode convidar um amigo também.”
“Shawna.” Mark parecia incrédulo. E incomodado. “E Doug?”

“O que é que tem ele? Você nem me deixou terminar.” Ela virou para mim e explicou: “Doug é o meu namorado. Ele está na Sicília fazendo um curso de
culinária. É chef de cozinha”.
“Que legal”, comentei. “Adoro homens que sabem cozinhar.”
“Ah, sim.” Ela sorriu e lançou um olhar para Mark. “Ele é ciumento, e eu
sei disso, então se seu acompanhante tiver um amigo que esteja interessado em
ver o show, e não em arrumar uma mulher, pode ir também.”
Pensei imediatamente em Cary e abri um sorriso.
Mais tarde, porém, ao chegar ao apartamento de Joseph depois da academia,
mudei de ideia. Levantei do sofá em que estava tentando inutilmente ler
um livro e fui até o escritório.
Ele estava concentrado, com o rosto franzido, digitando rapidamente no
teclado. O brilho do monitor e a lâmpada sobre a colagem de fotos na parede
eram as únicas fontes de iluminação do recinto, o que deixava muita coisa oculta
nas sombras. Joseph estava sentado praticamente na penumbra, sem camisa e absolutamente senhor de si. Como sempre acontecia quando trabalhava, ele
parecia solitário e inatingível. Sua solidão se fazia sentir só de olhar para ele.
A combinação da falta de intimidade física provocada por minha menstruação
e a compreensível decisão de Joseph de dormirmos em quartos separados
despertou minhas inseguranças mais profundas, fez-me querer ficar mais perto
e tentar obter o máximo possível de sua atenção.
O fato de ele estar trabalhando em vez de dedicar seu tempo a mim não
deveria me incomodar — eu sabia que ele era um homem ocupado —, mas incomodava.
Estava me sentindo abandonada e carente, um sinal de que alguns velhos
hábitos estavam voltando para a minha vida. Em resumo, Joseph era a melhor
e a pior coisa que já havia acontecido na minha vida, e o mesmo valia para
mim em relação a ele.
Ele desviou os olhos da tela e me hipnotizou com seu olhar. Sua atenção se
voltou totalmente para mim.
“Estou deixando você de lado, não é, meu anjo?”, ele perguntou,
recostando-se na parede.
Fiquei vermelha. Queria que ele não fosse capaz de me decifrar tão facilmente.
“Desculpe interromper.”
“Você pode vir sempre que precisar de alguma coisa.” Ele empurrou a
gaveta com o teclado de volta para a mesa, bateu no tampo de madeira e empurrou
a cadeira de rodinhas para trás. “Vem sentar.”
A empolgação tomou conta de mim. Fui correndo, sem nenhuma preocupação
em esconder meu desejo de atenção. Pulei na mesa e abri um sorriso
quando Joseph aproximou a cadeira para se posicionar entre minhas pernas.
Deixando os braços apoiados sobre minhas coxas, ele me abraçou pelos
quadris e disse: “Eu deveria ter explicado que preciso adiantar algumas coisas
pra gente poder viajar no fim de semana”.

“Sério?” Passei os dedos por seus cabelos.
“Quero me dedicar somente a você por um tempo. E estou precisando
muito, muito mesmo, trepar longamente com você. Quem sabe o fim de semana
todo.” Ele fechou os olhos quando o toquei. “Sinto falta de estar dentro de você.”
“Você está sempre dentro de mim”, murmurei.
Ele abriu um sorriso malicioso e arregalou um pouco os olhos. “Você está
me deixando de pau duro.”
“E tem alguma novidade nisso?”
“Com certeza.”
Franzi a testa.
“A gente conversa sobre isso depois”, ele propôs. “Agora vamos tratar do
motivo que trouxe você até aqui.”
Hesitei, ainda sob o efeito de seu comentário misterioso.
“Demetria.” Seu tom de voz firme atraiu minha atenção. “Está precisando de alguma

coisa?”
“De uma companhia pra Shawna. Hã... não no sentido romântico ou sexual.
Ela tem namorado, mas ele está viajando. Acho que seria melhor se não
fôssemos só nós dois e ela.”
“E você não quer convidar Cary?”
“Eu pensei nele a princípio, mas já estou indo com uma amiga minha. Pensei
que você poderia querer convidar algum conhecido seu pra ir. Sabe como é,
pra equilibrar a dinâmica da coisa.”
“Tudo bem. Vou ver se encontro alguém disponível.”
Naquele momento, percebi que na verdade não esperava que ele fosse
concordar.
Isso deve ter transparecido na expressão do meu rosto, porque logo em
seguida ele perguntou: “Mais alguma coisa?”.
“Eu...” Como dizer o que eu estava pensando sem parecer uma cretina?

Sacudi a cabeça. “Não. Não é nada.”
“Demetria.” Seu tom de voz ficou bem sério. “Diga logo.”
“É bobagem minha.”
“Não estou pedindo, estou mandando.”
Senti um arrepio pelo corpo, como sempre acontecia quando ele adotava
aquele tom autoritário. “É que pensei que você limitasse sua vida social aos encontros
de negócios e a algumas trepadas ocasionais.”
Dizer aquilo não foi nada fácil. Por mais que fosse uma idiotice ter ciúme
das mulheres com quem ele tinha se envolvido no passado, era algo que eu não
conseguia controlar.
“Você acha que não tenho amigos?”, ele perguntou, claramente achando
aquilo tudo muito engraçado.
“Bom, você nunca me apresentou nenhum amigo”, eu disse com malícia,
mexendo na bainha da minha camiseta.
“Ah...” Seu divertimento com a situação cresceu ainda mais, e seus olhos
brilhavam em meio aos risos. “Você é meu segredinho, meu tesouro sexual. Não
sei onde estava com a cabeça quando quis que a gente fosse fotografado se beijando

em público.”
“Bom.” Meus olhos passaram para a colagem de fotos na parede, onde
aquela imagem podia ser vista, uma fotografia que tinha sido destaque nos sites
de fofocas durante dias. “Vendo a coisa dessa forma...”
Joseph soltou uma gargalhada, que provocou em mim uma onda de
prazer. “Você conheceu alguns dos meus amigos quando saímos juntos.”
“Ah.” Eu pensava que as pessoas a que tinha sido apresentada em eventos
fossem apenas parceiros de negócios.
“Mas manter você só pra mim também é uma ótima ideia.”
Olhei bem para ele e resolvi trazer de volta à tona meu argumento na discussão
que tivemos quando decidi ir para Las Vegas e não para Phoenix. “E por
que você não pode ficar deitado sem roupa, sempre à minha disposição?”

“Que graça isso teria?”
Dei um soco em seu ombro e ele me puxou para seu colo, aos risos.
Seu bom humor era algo quase inacreditável, e fiquei me perguntando qual
seria a razão daquilo. Quando bati o olho no monitor, só o que vi foi uma
planilha enorme e um e-mail pela metade. Mas havia algo diferente no ar. E eu
estava gostando.
“Seria um prazer”, ele sussurrou com os lábios colados à minha garganta,
“ficar deitado de pau duro o tempo todo, pra você cavalgar quando quisesse.”
Senti meu sexo se contrair ao visualizar aquela imagem na minha mente.
“Você está me deixando com tesão.”
“Que ótimo. Adoro deixar você assim.”
“Então”, provoquei, “se minha fantasia fosse dispor dos seus serviços vinte
e quatro horas por dia...”
“Pra mim seria uma maravilha.”
Dei uma mordidinha em seu queixo.
Ele grunhiu: “Está querendo me provocar, meu anjo?”.
“Quero saber qual é sua fantasia.”
Joseph me ajeitou melhor em seu colo. “Você.”
“É bom mesmo.”
Ele sorriu. “Em um clube de striptease.”
“Quê?”
“Em um show particular só para mim, Demetria. Em um daqueles balanços, com
sua bunda maravilhosa bem grudadinha no assento, os pés amarrados, as pernas
abertas e a sua bocetinha perfeita molhada e pronta pra mim.” Ele começou
a fazer movimentos circulares sedutores na base da minha coluna. “Totalmente
à minha mercê, incapaz de fazer qualquer coisa além de receber toda a porra que

eu quisesse despejar. Acho que você ia adorar.”
Eu o imaginei de pé no meio das minhas pernas, sem roupa e molhado de
suor, com os bíceps e os peitorais se flexionando enquanto me puxava para trás
e para a frente, entrando e saindo de mim com seu pau maravilhoso. “Você me
quer totalmente indefesa.”
“Quero você entregue e submissa. E não só em termos físicos. Tem que ser
uma coisa de dentro pra fora.”
“Joseph...”
“Se você acha que não aguenta, posso não ir até o fim”, ele prometeu, com
seus olhos brilhando de desejo à meia-luz. “Mas vou te levar até onde for
possível.”
Estremeci, tanto pela excitação como pela perturbação causada pela possibilidade

de me entregar daquela maneira. “Por quê?”
“Porque quero que você seja minha, quero ser seu dono. A gente chega lá.”
Ele enfiou a mão por baixo da minha camiseta e agarrou um dos meus seios,
apertando e torcendo de leve o mamilo, deixando meu corpo em chamas.
“Você já fez isso antes?” Perguntei, quase sem fôlego. “Esse negócio do
balanço?”
A expressão em seu rosto mudou. “Não me pergunte esse tipo de coisa.”
Ai, meu Deus. “Eu só queria...”
Ele me calou com um beijo. Mordeu meu lábio inferior, e então enfiou a
língua na minha boca, mantendo-me na posição em que queria agarrando meus
cabelos. O caráter dominante de seu gesto era inegável. O desejo surgiu dentro
de mim, uma necessidade que eu não conseguia controlar, à qual não podia resistir.
Gemi, sentindo uma pontada no peito ao pensar que ele já poderia ter investido
tanto tempo e esforço para obter prazer de outra pessoa.
Joseph meteu a mão no meio das minhas pernas e me apertou. Eu me encolhi,

surpresa com sua agressividade. Ele soltou um ruído para me tranquilizar
começou a me massagear, esfregando minha carne delicada com a habilidade
costumeira em que eu havia me viciado.
Ele interrompeu o beijo, apoiando a mão nas minhas costas para levar meu
peito até sua boca. Mordeu meu mamilo por cima do tecido, depois o envolveu
com os lábios, chupando-o com tanta força que a sensação ecoou no meu ventre.
Eu estava cercada. Meu cérebro entrou em curto-circuito quando o desejo
tomou conta de mim. Seus dedos ultrapassaram a barreira da minha calcinha
para tocar meu clitóris, e aquela sensação de pele contra pele era justamente do

que eu precisava. “Joseph.”
Ele ergueu a cabeça e me observou com os olhos cheios de furor enquanto
me fazia gozar. Gemi ao ser arrebatada pelos tremores, a liberação de toda a
tensão depois de dias de privação era quase insuportável. Mas ele não teve pena
de mim. Continuou acariciando meu sexo até eu gozar mais uma vez, até meu
corpo se sacudir violentamente e minhas pernas se fecharem para pôr um fim
àquela tortura.
Quando ele tirou a mão, eu relaxei, respirando profundamente. Aninhei-me
em seu colo, com o rosto encostado em seu pescoço, enlaçando os braços em
sua nuca. Meu coração parecia inchado dentro do peito. Tudo o que eu sentia
por ele, todo o tormento e o amor, veio à tona naquele momento. Eu o agarrei
com força, procurando uma proximidade ainda maior.
“Shh.” Ele me apertava tanto que ficava difícil respirar. “Você está questionando
tudo e enlouquecendo no processo.”
“Odeio isso”, murmurei. “Eu não devia precisar tanto assim de você. Não é

saudável.”
“É aí que você se engana.” Seu coração batia aceleradamente no meu
ouvido. “E eu assumo a responsabilidade. Assumi o controle sobre algumas
coisas e deixei outras por sua conta. É por isso que você está tão confusa e tão tensa. Peço desculpas por isso, meu anjo. Daqui para a frente as coisas vão ser
mais fáceis.”
Eu me inclinei para trás para poder encará-lo. Quase perdi o fôlego quando
nossos olhos se encontraram, e vi que ele me olhava com uma expressão impassível.
Foi então que entendi o que havia de diferente nele naquele dia —
Joseph estava absolutamente sereno e seguro. Ao notar isso, também me tranquilizei.
Minha respiração voltou ao ritmo normal, minha ansiedade começou a
se esvair.
“Assim está melhor.” Ele beijou minha testa. “Eu ia esperar até o fim de semana
pra falar sobre isso, mas podemos conversar agora mesmo. A gente vai
fazer um trato. Depois, não vai ser possível voltar atrás. Entendeu bem?”
Engoli em seco. “Estou tentando.”
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 BOM GENTE DESCULPE A DEMORA, É QUE ACONTECEU UNS PROBLEMAS TIPO A QUE MINHA MÃE DESCOBRIU QUE EU ESTAVA POSTANDO ESTÓRIAS DE ROMANCE ERÓTICO E PIROU KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK FOI MUITO ENGRAÇADO,ENTÃO POR ESSE MOTIVO FIQUEI SEM POSTAR ESSE TEMPO TODO,E OUTRA COISA QUE EU QUERIA FALAR É QUE EU FIQUEI DE CASTIGO E SO VOU PODER POSTA NOS SÁBADOS APATIR DE HOJE,E MAS UMA COISINHA SIGAM E COMENTEM O BLOG POR FAVOR.BJS